quarta-feira, maio 28, 2008
2 Anos!
domingo, maio 11, 2008
O melhor amigo do Homem

Através da fotografia que pus neste post até parecia que ia falar de coisas sérias, a puxar para o sentimento, não era? Ainda não foi desta vez, já pus esta fotografia de propósito só para ver se este blog tem mais leitores, espero ter resultado. Esta fotografia foi retirada através de pesquisa no google mas quando a vi achei-a muito boa e como adoro fotografia chamou-me a atenção. Olhem para ela com atenção.
Até à próxima!
sábado, maio 03, 2008
História da minha vida por músicas
3/4 anos – Música que adorava ouvir antes de ir dormir – “We all stand Together” do Paul Mccartney;
1º Ciclo – Música que cantava para as minhas amigas – “Cantigas do Maio” de José Afonso;
2º Ciclo – Músicas que me faziam dançar – músicas dos anos 50/60 – Por exemplo: “Runaway” de Del Shannon;
12 anos – Música que me fazia (e ainda me faz) viajar – “Summertime” da Janis Joplin;
13 anos – Uma das primeiras que aprendi na guitarra clássica – “Dunas” dos GNR;
14 anos – Música com que sonhava ser a banda sonora do meu primeiro beijo – “Swallowed” dos Bush;
15 anos – Música que ouvia a olhar para as estrelas no Verão – “Sappy” dos Nirvana;
16 anos – Altura das depressões – “Única das Amantes” dos Quinta do Bill;
17 anos – Música que gostava que algum rapaz tivesse feito para mim J - “Tammy” dos Parkinson do Porto;
18 anos – O single da banda onde toquei – “Silverfish” dos Pretty Ugly;
20/21 anos – Música que me marcou pela sua melodia – “Karma Police” dos Radiohead;
21 anos – Música que marcou o festival Paredes de Coura – “Where is my mind?” dos Pixies;
22 anos – Música que marcou o Festival Músicas do Mundo em Sines – “Smells Like Teen Spirit” dos Bad Plus;
23 anos – Música que marcou o melhor concerto de 2007 – “Hate the Police”, versão dos Mudhoney.
Hoje em dia ando a gostar muito de jazz. Estou a fixar-me muito na “Fever”.
Iremos ver mais músicas!
quinta-feira, maio 01, 2008
Música e imagem
Para perceberem melhor o que vos estou a dizer, e neste caso não precisamos de estar a tocar para visualizarmos qualquer coisa, simplesmente quando ouvimos podemos associar a uma cor, imagem ou até mesmo um filme, dou-vos o exemplo de uma música que ouvi recentemente “quarteto de cordas de Webern”. Muitos de vocês não devem conhecer, mas digo-vos que é uma música…interessante. Mas a ideia que vos quero transmitir é que quando oiço aquela música visualizo um porto marítimo com grandes navios a chegarem e a partirem, as gaivotas a sobrevoarem os navios e com um grande movimento de pessoas. Até visualizo um pessoa a chegar atrasada ao navio que iria apanhar. O conhecimento desta música foi me transmitida pelo meu professor de ATC e resolvi partilhar a minha bonita história de um porto marítimo com ele e com as minhas colegas ao que eles não partilhavam da mesma opinião. Eles viam aquela música com mais sofrimento e angústia do que eu, pensando bem, eles tinham razão, pela história do compositor e a época a que estávamos era mais certo o compositor estar a sentir aquilo. Mas, por mais que tente vou associar sempre aquela música a um porto marítimo.
Um colega meu da faculdade partilhou comigo um site sobre música e imagem e resolvi partilhar com vocês. De certa forma é um pouco daquilo que vos falei anteriormente, podemos visualizar várias coisas enquanto ouvimos ou tocamos. Aqui fica um dos vídeos da senhora Michal Levy.
Até à próxima!
terça-feira, abril 22, 2008
Músicas inesquecíveis
Há músicas que ao ouvirmos a primeira vez estranhamos ou até mesmo detestamos mas ao ouvirmos uma segunda ou terceira vez entranha-se e ouvimos mais quinhentas vezes, assim acabam por nos surpreender e descobrimos coisas novas cada vez que ouvimos. Músicas que ouvimos quando éramos pequenos e nunca mais as esquecemos e quando as ouvimos em adultos, a nossa infância regressa. Outras lembram pessoas especiais, momentos especiais, outras ex-namorados e nesses casos temos de desligar o rádio ou simplesmente não pôr o CD. Músicas que ouvimos sozinhos, outras acompanhados, outras quando estamos tristes e outras quando estamos animados, existem as músicas dos vizinhos e as de “abanar o capacete”. Musicas secretas que ninguém pode descobrir que as ouvimos e ainda músicas que por mais que não queiramos gostamos delas. Existem aquelas que adoraríamos tê-las composto e outras compostas por nós que nunca iremos mostrar a ninguém.
Mas existem aquelas músicas que são inesquecíveis não por serem maravilhosas mas por não as suportarmos. Se quiserem estragar o meu dia ponham “O feitiço” de André Sardet e verão a verdadeira Ana Patrícia. Na realidade é mesmo uma música feiticeira, aparece quando menos esperamos. Eu simplesmente detesto aquela música como tantas outras que por vezes me apanham desprevenida e ainda tenho de ouvir o início até conseguir mudar de frequência no rádio ou até encontrar o comando da televisão no sofá cheio de almofadas.
No fundo, para mim, o que sentimos em relação às músicas é o mesmo quando nos apaixonamos, umas vezes gostamos mal a ouvimos mas acabam no esquecimento, outras demoramos a gostar mas quando acabamos por descobrir a beleza daquela música é difícil esquece-la e outras passam anos e não as conseguimos deixar de ouvir por mais que queiramos e aí estamos perdidos, não é só paixão! Tenho imensas músicas inesquecíveis mas já que ando numa de ouvir de tudo que seja jazz deixo-vos com umas das primeiras músicas que ouvi cantada pelo Frank Sinatra e é umas das minhas preferidas. Neste caso é cantada pelo Michael Bublé. Espero que gostem!
sexta-feira, abril 11, 2008
Situações caricatas II
Da última vez aconteceu algo bizarro. Eu ia muito bem no metro a ouvir a minha musiquinha no leitor de mp3 quando começo a ouvir Rolling Stones e eu não tinha nenhuma música no leitor. Notei que todas a pessoas olhavam para trás de mim, quando me apercebo estava um homem a ouvir Rolling Stones e a cantar como se estivesse num concerto. Toda a gente acenava e parecia incomodada por ele estar a fazer aquilo, eu confesso que comecei a rir e já estava a contagiar-me. Todos nós devíamos começar o dia como se estivéssemos num concerto. Admiro o homem por conseguir fazer aquilo e para mais assobiava muito bem, muita técnica, muitos anos de prática. Devem estar a pensar “admiras?”, é verdade, admiro porque gostava de um dia fazer aquilo que ele fez, imaginem que vão no metro e vão ouvir a vossa musiquinha, por vezes apetece-nos cantar mas não o fazemos porque as pessoas vão pensar que somos malucos, claro! Logo ele não teve problemas em faze-lo, também porque era maluco, lá está. Nesse dia andei o dia inteiro com a música “satisfaction” na cabeça, ele pode ser maluco ou o que quer que as pessoas possam dizer mas pelo menos animou a minha manhã.
Admiro todas aquelas pessoas que não se importam com o que os outros dizem e fazem o que lhes apetece porque simplesmente lhes apetece, sem prejudicar ninguém, claro! Confesso que não me importo muito com o que dizem e faço quase tudo o que me apetece, bem…não é bem assim mas é quase. O segredo é não ter “vergonha” de ser quem somos. É com esta frase cheia de esperança que vos deixo com vídeo dos Rolling Stones “satisfaction” a quem dedico ao senhor do metro.
quarta-feira, março 26, 2008
Les Ballets Trockadero de Monte Carlo
Em relação ao bailado, sempre adorei ver. Vejo quando posso no canal mezzo, apesar de a maioria das pessoas acharem que é o canal mais foleiro da Tvcabo, eu admito, eu gosto do canal mezzo, dá bailado durante o dia e jazz à noite, perfeito! Sempre quis ir ver um bailado ao vivo, soube que Les Ballets Trockadero de Monte Carlo estavam em Portugal e resolvi ir ver. Ontem foi o primeiro dia mas eles estarão até domingo no Tivoli. Mas este é um bailado diferente de todos os outros é um bailado cómico, alguns homens vestem-se de mulheres e dançam alguns dos temas mais conhecidos. Para quem gosta de bailado, aproveitem, passei o tempo todo a rir e para mais eles são realmente muito bons. Os bilhetes não são caros e vale a pena. Faço um apelo aos homens de Portugal não tenham vergonha de ir ver só porque vão ver senhores de collans e vestidos de bailarinas, digo isto porque não conheço um único homem que goste de bailado.
Até à próxima!

